
É solitário o andar da gente por entre as ruas.
Betão e pedra e cimento cercam-nos,
Fazendo antever os muros de uma prisão que não vemos...
Ou não queremos ver.
É solitário, e mais que isso, é cego,
O andar ingénuo do homem,
Que acredita construir para ser servido
Mas acaba construindo para servir.
É solitário... e acima de tudo, é triste...
A escuridão que se esconde em cada parede de betão,
e encerra as lágrimas e os gritos e a dor de quem está só.
1 comentário:
Adar com um texto,imagem maravilhoso.
muito boas, mo' gostou muito, da mesma maneira que o blog, obrigado muito
Enviar um comentário